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A Criança Boazinha e o Custo do Vínculo: Quando a Autenticidade É Sacrificada para Ser Amada
Existe uma forma de sobrevivência que não faz barulho. Ela não aparece nos prontuários como trauma, não produz narrativa dramática, não deixa marcas visíveis. Ela se manifesta como comportamento exemplar, como adaptabilidade, como a capacidade de ler o ambiente e ajustar a própria expressão antes que qualquer conflito se instale. A criança que aprendeu a ser boazinha aprendeu, antes de qualquer coisa, que manter o vínculo exige um preço. E esse preço é a autenticidade. Gabor

felipeataide
2 de jun.6 min de leitura
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